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OS BICHOS QUE VIVEM EM NÓS



"Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne." Gálatas 5.16



Leia e medite em Provérbios 6.16-19


" Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina:

olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,

coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal,

testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos."



Um ermitão, que vivia uma vida simples e isolada no deserto, muitas vezes reclamava que tinha muito que fazer. Perguntaram-lhe como era possível que em sua solidão tivesse tanto trabalho.


- Tenho que domar dois FALCÕES, treinar duas ÁGUIAS, manter quietos dois COELHOS, vigiar uma SERPENTE, carregar um ASNO e sujeitar um LEÃO.


- Não vemos nenhum animal perto do local onde vives. Onde estão estes animais?


O ermitão então explicou: - Estes animais todos os homens têm, vocês também…


Os dois FALCÕES se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que só se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos.


As duas ÁGUIAS ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem sem ferir. São minhas mãos.


Os dois COELHOS querem ir onde lhes agrada, fugindo dos demais e esquivando-se das dificuldades. Tenho que ensinar-lhes a ficarem quietos mesmo que seja penoso, para que eu possa solucionar o que me aflige. São meus pés.


O mais difícil é vigiar a SERPENTE, apesar dela estar presa numa jaula de 32 barras. Está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam, mal se abre a jaula. Se não a vigio de perto, causa danos. É minha língua.


O ASNO é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo.


Finalmente, preciso domar o LEÃO. Quer ser o rei, o mais importante; é vaidoso e orgulhoso. É meu coração. Portanto, há muito que fazer…


Autor Desconhecido


PAPAI E AS BANDEIRAS BRANCAS




Um dia, um jovem se rebelou contra seu pai, machucando toda a sua família. Tornou-se uma pessoa indesejável na família. Por conta disto decidiu ir embora, dizendo que não precisava de nada, que não precisava do amor de ninguém.


Depois de algum tempo ele começou a sentir saudades de casa, mas ficou com medo de voltar, pois tinha quebrado princípios. Resolveu escrever uma carta pedindo perdão e permissão para voltar mas, para saber se o receberiam, pediu o seguinte sinal: Na casa de seu pai havia uma árvore que podia ser vista pelas pessoas que passavam de trem. Se o pai amarrasse uma bandeira branca na árvore significaria que ele estaria perdoado. Caso contrário, tudo estaria encerrado.


No trem ele compartilhou sua ansiedade com um rapaz. O trem se aproximava. Como não tinha coragem de olhar, pediu ao seu companheiro de viagem que procurasse a bandeira branca.


Qual foi a sua surpresa ao receber a notícia de que não havia uma bandeira branca... Mas a árvore estava toda embranquecida, cheia de bandeiras brancas. A casa também estava branca e seu pai estava gritando para os passageiros do trem: “Eu te perdôo, porque te amo!”.


Neste Dia dos Pais, honremos a eles e louvemos ao Senhor pelo privilégio de tê-los, mas sobretudo agradeçamos o privilégio de, em Cristo, podermos ser chamados filhos de Deus. Ao nosso Eterno Pai Celestial, toda honra e toda glória!!



“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome;” João 1.12

O FRASCO DE MAIONESE E O DE CAFÉ


“buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mt 6.33



“Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” Mt 16.26







Quando as coisas na vida parecem pesadas, quando 24 horas por dia não são suficientes... Lembre-se do frasco de maionese e do café.


Um professor, durante a sua aula de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou um frasco grande de maionese e esvaziou ... depois encheu com bolas de golf. A seguir pergunta aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim. Então o professor pega uma caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas ocuparam os espaços vazios entre as bolas de golf.


O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim. Então o professor pegou outra caixa ... cheia de areia e colocou a areia dentro do frasco de maionese. Claro que a areia preencheu todos os espaços vazios, e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam unânimes "Sim!".


Em seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e, claro, o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia, as pedrinhas e as bolas de golf. Os estudantes então começaram a rir...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:


'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.


As bolas de golf são as coisas Importantes: a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE. São coisas, que, mesmo que perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.


As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o demais, as pequenas coisas. 'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'.


Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes. Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.


Brinque ensinando os seus filhos, cuide bem de sua família (não esqueça de incluir seus pais). Arranje tempo para ir ao médico. Namore e vá com a seu namorado(a) /marido / esposa jantar fora. Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos. Pratique o seu esporte ou hobbie favorito. Ocupe-se sempre das bolas de golf em primeiro lugar, haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro... Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia... 


Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café. O professor sorriu e disse: "...o café é só para vos demonstrar que não importa o quanto nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. " 



SOLTANDO O QUE NOS PRENDE


"Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou." 2 Coríntios 5.14-15
   




Certa vez foi realizada uma expedição de cientistas com a missão de capturar uma espécie rara de macacos nas selvas africanas, para que estes macacos pudessem contribuir em um importante estudo biológico. Seria uma missão difícil, pois os macacos deveriam ser capturados vivos e ilesos, sem nenhum tipo de ferimento. Por isso a utilização de dardos tranqüilizantes foi completamente descartada.


Para liderar a missão foi contratado um grupo de cientistas que conheciam todos os hábitos desta espécie de macaco. Após algum tempo de estudos e testes eles conseguiram desenvolver uma armadilha muito engenhosa e, ao mesmo tempo, extremamente simples. Foram fabricados frascos de vidro com um gargalo longo e estreito, suficiente apenas para que passasse a mão aberta de um macaco. 


Dentro do frasco foram colocadas nozes, a comida preferida desta espécie. Vários destes frascos foram fixados na terra, enquanto uma pequena quantidade de nozes também foi espalhada em volta dos frascos como forma de atrair os macacos para a armadilha. Depois disso os cientistas continuaram acompanhando, à distância, o comportamento dos macacos.


Como a armadilha funcionava? Quando o macaco sentia o cheiro das nozes dentro do frasco, ele enfiava a mão através da estreita abertura e pegava um punhado de nozes. Mas quando tentava tirar a braço com a mão fechada, ficava preso, pois a mão aberta passava pelo gargalo estreito, mas a mão fechada não.


Mas por que os macacos ficavam presos? Era só abrir a mão e eles estariam livres! O mais incrível foi perceber que os macacos desejavam tanto as nozes que, mesmo vendo os cientistas se aproximando para capturá-los, não conseguiam abrir a mão e deixar as sonhadas nozes para trás. Assim os macacos foram facilmente capturados, sem a necessidade de causar nenhum tipo de ferimento neles.


Podemos rir dos macacos, pensando que são muito tolos. Mas em alguns aspectos nos comportamos como eles. Apegamos-nos tanto a algumas coisas materiais que, mesmo sabendo que elas nos prendem e não nos deixam crescer espiritualmente, não conseguimos nos soltar. 



Talvez uma dessas coisas em que mais nos apeguemos seja o "COMODISMO". 


Disponhamo-nos no amor de Deus e o soltemos, em nome de Jesus!



PERSEVERANÇA PARA ORAR! VOCÊ TEM?


Essa história foi contada, certa vez, pelo Spurgeon. Um americano dono de escravos, na ocasião de comprar mais um, disse ao mercador com quem estava barganhando: - Diga-me honestamente: quais são seus defeitos? O vendedor respondeu: - Que eu saiba, ele tem só um defeito: ele costuma orar.


- Bem - disse o comprador - eu não gosto disso, mas conheço algo que vai curá-lo rapidamente desse defeito.


Assim, no dia seguinte o escravo foi surpreendido por seu patrão quando orava com fervor em meio à plantação, intercedendo por este, a esposa dele e sua família. O homem ficou parado ouvindo, e não disse nada no momento; mas, na manhã seguinte, chamou-o e disse: - Não quero brigar com você, meu homem, mas não quero que ore na minha propriedade; portanto, pare com isso.


- Patrão - respondeu este - não consigo parar de orar; tenho que orar sempre.


- Vou ensinar você a orar se continuar com isso!


- Patrão, tenho de orar.


- Bem, vou lhe dar vinte e cinco chicotadas por dia até que você pare.


- Patrão, mesmo que me dê cinqüenta, tenho de orar.


- Se é assim que você é rebelde com seu patrão, vai ter logo o que merece. O patrão amarrou-o no pelourinho, deu-lhe vinte e cinco chicotadas e perguntou se iria orar de novo.


- Sim, patrão, tenho de orar sempre; não consigo parar. 


O patrão olhou atônito; não conseguia compreender como um pobre santo podia continuar orando quando não parecia lhe fazer nenhum bem, só perseguição. Contou à sua esposa do ocorrido. Sua esposa lhe disse: - Por que você não pode deixar o pobre homem orar? Ele faz bem o seu trabalho; você e eu não ligamos para a oração, mas não há mal algum em deixá-lo orar, se ele cumprir com suas tarefas.


- Mas eu não gosto disso - disse o patrão. - Ele sempre me deixa muito assustado. Você devia ver como ele olha para mim.


- Ele estava com raiva?


- Não. Eu não devia me preocupar com isso, mas depois que eu o tinha surrado ele olhou para mim com lágrimas nos olhos, como se tivesse mais pena de mim do que de si mesmo.


Naquela noite o patrão não conseguiu dormir. Ele rolava na cama de um lado para outro; seus pecados lhe foram trazidos à memória, e ele se conscientizou de que tinha perseguido um santo de Deus. Sentando-se na cama, ele disse à sua esposa: - Mulher, você poderia orar por mim?


- Eu nunca orei em toda a minha vida - ela respondeu. - Não sei orar por você.


- Estou perdido - disse ele - se alguém não orar por mim; não posso orar por mim mesmo.


- Eu não sei de ninguém aqui na propriedade que saiba orar, a não ser Cuffey, o novo escravo - disse sua esposa. 


Fizeram soar a campainha, e Cuffey foi trazido. Tomando a mão de seu servo negro, o patrão disse: - Cuffey, você pode orar por seu patrão?


- Patrão, estou orando pelo senhor desde que me chicoteou, e pretendo orar sempre pelo senhor. 


Cuffey caiu de joelhos e derramou sua alma em lágrimas, e ambos, marido e esposa, foram convertidos. 


Aquele homem negro não poderia ter feito isto sem fé. Sem fé ele teria ido embora na mesma hora, dizendo: - Patrão, vou parar de orar; não quero mais o chicote do homem branco. Mas porque ele perseverou por sua fé, o Senhor honrou-a e lhe deu a alma do seu patrão por salário.