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FAHANDRIAMPAHALEMANA




"Mas o fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz..." Gálatas 5.22


Eu não sei quantas palavras os malgaches usam para PAZ, mas segundo o que vi, trabalhando numa decoração na escola do Josué, uma delas é fahandriampahalemana. Eu não sei se você consegue pronunciar esta palavra, após tê-la lido pela primeira vez. Se consegue, Parabéns! Esteja certo da minha limitação e de uma grande maioria que não poderá fazê-lo. 


Mas, o verdadeiro desafio está longe de ser este: Ler a palavra PAZ na língua malgache e pronunciá-la tirando os olhos do texto. O desafio mesmo é ter a realidade do seu significado no coração. Paz não é um minério extraído da terra, não nasce no campo, não sai pela torneira da pia, nem vem no balde da cisterna. Paz..., paz é um fruto, mas estranho aos pomares deste mundo. 


Paz vai muito além de ausência de balas, de um linguajar polido, de um período de trégua, de silêncio na trincheira, de falta de munição. Você sabe porque não há paz no mundo? Porque ela foi perdida lá no Éden. 


E, desde então, ela está em falta. Assim, não se assombre com sua ausência nas ruas do seu bairro, nas praças da sua cidade, nas rodovias do seu país ou no seu continente. 


Mas, ela pode ser ainda re-encontrada? Bem certo que sim! Jesus nos diz: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou;...." O apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas: "Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz..." E, aos irmãos de Roma: "Justificados, pois, mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, temos paz com Deus."


A fonte de paz está aqui: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. O homem precisa resolver seu problema com Deus. E então, somente depois disto, é que ele terá paz na sua alma e em sua casa. Sem se voltar à fonte, o Deus triúno, não nos enganemos, o mundo tornar-se-á mais e mais numa ruína, suas cidades em escombros, e sua sociedade, ávida de guerra e de sangue.


Pr. Moisés Suriba – missionário no Senegal

RAMADÃ: TEMPO DE ORAR PELO MUNDO MUÇULMANO





O QUE É O RAMADÃ?



O Ramadã é nono mês do calendário islâmico no qual se acredita que o profeta Maomé recebeu a revelação da parte de Deus, ou Alá, dos primeiros versos do Alcorão. Pelo fato de o islamismo usar um calendário lunar, o início e término do Ramadã, varia de ano para ano, podendo ser realizado em diferentes meses e estações.



Para os muçulmanos, o Ramadã é um mês de bênção que inclui oração, jejum e caridade; é nesse período que eles têm que demonstrar maior zelo religioso e cuidado com os pobres e marginalizados da sociedade. Se alguém comer, beber ou tiver relações sexuais durante este período, deverá alimentar 60 pobres ou jejuar por 60 dias.



Em muitas mesquitas, durante o Ramadã, os versos do Alcorão são recitados todas as noites em orações conhecidas como Tarawih. No final do Ramadã, a escritura completa deve ter sido recitada. O Ramadã tem para os muçulmanos um significado espiritual. Eles acreditam que através da oração e jejum podem se aproximar de Alá, renovar a fé, reforçar os valores da família, e ter uma maior compreensão de seu papel civil e religioso na comunidade; além disso, é o período no qual os muçulmanos leem mais assiduamente o Alcorão e aumentam sua participação em reuniões nas mesquitas. É também um período de muita festividade e confraternizações entre os muçulmanos.



Todos os jovens quando atingem a puberdade devem jejuar, e o primeiro jejum de uma pessoa na comunidade muçulmana é algo para celebração e festa. As grávidas, lactantes, as que estão no período menstrual, crianças, idosos e aqueles que estiverem doentes ou viajando, são dispensados de praticar o Ramadã.



O jejum é feito por cerca de 29 dias entre o nascer e o pôr do sol. O dia começa com o suhoor, uma refeição feita ainda de madrugada, e termina com o iftar, a refeição que quebra o jejum do dia.



Este ano, o Ramadã será de 20 de julho a 18 de agosto.

O RAMADÃ E A IGREJA PERSEGUIDA





O QUE É O RAMADÃ?


O Ramadã é nono mês do calendário islâmico no qual se acredita que o profeta Maomé recebeu a revelação da parte de Deus, ou Alá, dos primeiros versos do Alcorão. Pelo fato de o islamismo usar um calendário lunar, o início e término do Ramadã, varia de ano para ano, podendo ser realizado em diferentes meses e estações.


Para os muçulmanos, o Ramadã é um mês de bênção que inclui oração, jejum e caridade; é nesse período que eles têm que demonstrar maior zelo religioso e cuidado com os pobres e marginalizados da sociedade. Se alguém comer, beber ou tiver relações sexuais durante este período, deverá alimentar 60 pobres ou jejuar por 60 dias.


Em muitas mesquitas, durante o Ramadã, os versos do Alcorão são recitados todas as noites em orações conhecidas como Tarawih. No final do Ramadã, a escritura completa deve ter sido recitada. O Ramadã tem para os muçulmanos um significado espiritual. Eles acreditam que através da oração e jejum podem se aproximar de Alá, renovar a fé, reforçar os valores da família, e ter uma maior compreensão de seu papel civil e religioso na comunidade; além disso, é o período no qual os muçulmanos leem mais assiduamente o Alcorão e aumentam sua participação em reuniões nas mesquitas. É também um período de muita festividade e confraternizações entre os muçulmanos.


Todos os jovens quando atingem a puberdade devem jejuar, e o primeiro jejum de uma pessoa na comunidade muçulmana é algo para celebração e festa. As grávidas, lactantes, as que estão no período menstrual, crianças, idosos e aqueles que estiverem doentes ou viajando, são dispensados de praticar o Ramadã.


O jejum é feito por cerca de 29 dias entre o nascer e o pôr do sol. O dia começa com o suhoor, uma refeição feita ainda de madrugada, e termina com o iftar, a refeição que quebra o jejum do dia.


Este ano, o Ramadã será de 20 de julho a 18 de agosto.



O RAMADÃ E A IGREJA PERSEGUIDA




A Hadith, um corpo de leis, lendas e histórias sobre a vida de Maomé, (estas histórias chamam-se em Árabe Sunnah e incluem a sua biografia) e os próprios dizeres nos quais ele justificou as suas escolhas ou ofereceu conselhos, diz: “Todo aquele que quebrar o jejum, mesmo por um dia, durante o Ramadã sem uma boa razão, nem mesmo toda a eternidade pode compensar”.


O Ramadã traz muitas implicações e desafios para as igrejas que estão inseridas no contexto do mundo muçulmano, pois é nesse período que o fanatismo religioso islâmico vem à tona contra aqueles que professam qualquer outra fé, mas é também para muitos cristãos uma rica oportunidade de testemunhar do amor de Deus e da salvação em Cristo, já que muitos são convidados às festas e confraternizações ao final do jejum.


O jejum é obrigatório em muitos países de maioria muçulmana ou islâmicos; por isso, ninguém pode declarar em público que não está jejuando durante este mês sagrado. Sendo o jejum um dos pilares do islamismo, os sábios muçulmanos consideram deixar de jejuar somente um dia do Ramadã um dos pecados mais graves. Os rigores do Ramadã geram em muitos fiéis estresse, frustração e zelo islâmico exacerbado. Em terras com tensões religiosas, o último dia do Ramadã pode ser de extrema tensão.


Muitos ataques a igrejas e cidadãos cristãos costumam acontecer nos últimos dias do Ramadã. Um desses dias é denominado de Laylat Al-Qadr (literalmente “Noite do Destino”, ou “Noite do Poder”) e que normalmente é comemorado no 27º dia do jejum. Neste dia, acredita-se que o profeta Maomé tenha recebido a revelação dos primeiros versos do Alcorão. Muitos cristãos do mundo muçulmano são alvo de processos penais e violência por se negarem a praticar o jejum islâmico.

SÉRIE: HOMENS DOS QUAIS O MUNDO NÃO ERA DIGNO


Adoniram Judson


O missionário Adoniram Judson levou o Evangelho até a Ásia e traduziu a Bíblia para o birmanês. Era o ano de 1824. Os oficiais do rei da Birmânia (atual Mianmar) - pais que fica às margens do Golfo de Bengala, no Sudeste Asiático tinham acabado de saquear o lar missionário de Adoniram e Ann Judson, levando tudo o que acharam de "valioso". No entanto, o tesouro mais precioso havia passado despercebido: o manuscrito de uma porção da Bíblia, traduzida por Adoniram Judson, que sua esposa Ann enterrara sob a casa.


Acusado de espionagem, Adoniram, um missionário magro e de corpo pequeno, ficou encarcerado por quase dois anos em uma prisão infestada por mosquitos. Ele e outros 60 condenados à morte ficaram encerrados em um edifício sem janelas, escuro, abafado e imundo. Durante aquele período, sua esposa conseguiu entregar-lhe um travesseiro - para que ele pudesse dormir melhor no duro chão de areia da prisão -, além de livros, papéis e anotações que ele usava para continuar a tradução da Bíblia para O birmanês. Dentro da cadeia, além das traduções, que ele escondia dentro de seu travesseiro, Adoniram evangelizava os presos.


O episódio descrito é parte da história do americano Adoniram Judson (1788 - 1850), o primeiro missionário cristão na Birmânia, que, por 30 anos, perseverou em seu trabalho de evangelização, apesar das doenças e perseguições constantes que sofria por pregar o Evangelho naquele país.


Em 1819 - seis anos depois de sua chegada à Birmânia -, Judson conseguiu seu primeiro convertido. Dois anos depois, já havia uma igreja fundada no país, com 18 batizados. Em 1837, havia 1144 convertidos batizados na Birmânia. Em 1880, esse número passou a sete mil, distribuídos por 63 igrejas. Em 1950, cem anos depois de sua morte, existiam mais de 200 mil cristãos na Birmânia, em sua maioria, resultantes da mensagem que Judson deixara naquele país. 


Dizia ele: "Muitos cristãos consagrados jamais atingirão os campos missionários com seus próprios pés, mas poderão alcançá-los com os seus joelhos."



Extraído e adaptado de: Renovado

SÉRIE POVOS E NAÇÕES PARA CRISTO: POVO KAREN OU POVO DE BURMA






O povo Karen são um grupo étnico no Sudeste Asiático que foi forçado a fugir de suas casas devido a uma "limpeza étnica" que está sendo realizada pelo governo militar da Birmânia. Quase um milhão de Karen (é assim que gostam de ser chamados) vivem na clandestinidade na Birmânia, passando de um lugar para outro para se manter à frente das tropas do exército que procura caçá-los. Quando ficam sem opções, eles fogem para a Tailândia, onde alguns 155.000 estão vivendo em campos de refugiados.


Tendo sido rejeitados pela Birmânia, a maioria dos refugiados não tem cidadania birmaneza. E por serem rejeitados pela Tailândia, a cidadania não está disponível para eles lá também. Quando alguém não tem cidadania, é geralmente rejeitado pelo mundo e preso em condições muitas vezes deploráveis. Sem fim para as dificuldades dos refugiados Karen, os governos ao redor do mundo começaram a aceitar o Povo Karen dos campos na Tailândia para o reassentamento.


Embora a Birmânia seja um país predominantemente budista, o povo Karen, foram alguns dos primeiros convertidos ao Cristianismo no Sudeste Asiático, através do trabalho missionário de Adoniram Judson, o qual chegou à Birmânia em 1813 e encontrou o povo Karen pronto para abraçar as Boas Novas de Jesus.


E em 2006, cerca de 3.000 Karen foram trazidos para o Canadá e alguns outros vieram depois. Em Hamilton, existem atualmente cerca de 400 pessoas Karen. A jornada para os que aqui chegaram tem sido muito difícil. Eles lutam para se adaptar à vida urbana por serem um povo rural. Antes de vir para aqui muitos nunca tinham visto um prédio de concreto ou andado dentro de um ônibus. Alguns dos jovens líderes Karen passaram os primeiros 26 anos de suas vidas em um campo de refugiados. E aprender uma nova língua e encontrar seu lugar em uma nova cultura, que é radicalmente diferente da sua, é um enorme desafio.


Desde que chegaram em Hamilton o povo Karen tentou se integrar em várias igrejas, mas devido as diferenças de língua e cultura, eles não conseguiram se adaptar e a situação se tornou cada vez mais desafiadora, então eles resolveram formar uma congregação entre eles. E a nossa igreja resolveu acolhe-los.


Pedimos que a igreja brasileira esteja orando pelo povo Karen e estejam conosco nesta obra missionária entre o povo Karen que teve inicio há tantos anos atrás.



Missionária Elaine Silva - Canadá

POR QUANTO VOCÊ VENDERIA SUA BÍBLIA?




No vídeo O Livro perigoso, ouvimos a história de um fazendeiro da antiga Tchecoslováquia recebendo seu primeiro exemplar da Bíblia. Ele abraça e beija o livro e, entre lágrimas, pergunta ao homem que lhe entregou a Bíblia: "Diga-me, que problemas maravilhosos este livro lhe trouxe?".


Quantos testemunhos conhecemos de irmãos que são presos por ler, distribuir, vender e imprimir a Palavra de Deus! As autoridades temem este livro, que tem o poder de transformar vidas como nenhum outro pode fazer. Os que têm fome pela verdade devoram este livro, que é o único que tem poder para saciá-los. Os nascidos de novo arriscam serem presos por ler este livro, pois só ele tem poder para libertá-los. Que valor sua Bíblia tem para você?


Pela graça e misericórdia de Deus vivemos em um país livre. Temos liberdade de cultuar ao nosso Deus, não enfrentamos perseguição e nenhum tipo de sofrimento para termos, carregarmos e até mesmo lermos a bíblia. Contudo, sabemos que para muitos cristãos espalhados pela face da terra a realidade é bastante diferente. Para alguns cristãos em muitos lugares no mundo, o simples fato de ter uma bíblia em mãos pode ser o motivo para agressão, prisão e até mesmo a morte.


Mesmo com toda essa perseguição, temos ouvido inúmeros testemunhos de cristãos que não tem negado a fé e tem perseverado em seguir a Cristo. Muitos deles não têm uma bíblia ou a que tinham lhes foi tirada. Eles não têm o direito de ler a Palavra de Deus. Estes irmãos têm prazer na Palavra e, creio eu, ficariam muito felizes por poderem segurar e ler uma bíblia. Por isso, quando se deparam com esta oportunidade, mesmo que seja um único versículo, eles se deleitam. Isto faz-me refletir e pensar nas palavras do salmista: "Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!" Salmos 119.97 .


Esta questão do direito a bíblia é apenas uma das grandes privações que nossos irmãos encontram. Para nós, podemos enxergar, pelo menos, duas coisas: 1. O nosso dever de orar pela igreja perseguida e muitas vezes sem bíblia; 2. A reflexão e mudança de atitude que temos para com a palavra. Por isso, a pergunta do texto acima é extremamente pertinente para nós: Que valor sua Bíblia tem para você? Alguém disse que: "A PALAVRA DE DEUS é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o guia do cristão". 


"Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração." Colossenses 3.16


Pr. Antonio Carlos G. Donadeli


Conheça mais sobre a igreja perseguida no site Portas Abertas

CONSTRUA A SUA CELA




Wang Mingdao foi o pastor e evangelista mais famoso da China. Ele ficou 23 anos na cadeia por crer em Deus. Durante uma entrevista, um jornalista da Portas Abertas lhe fez a seguinte pergunta:


- Nunca serei posto numa cadeia como o senhor. Como a sua fé pode impactar a minha? 


Depois de refletir um pouco sobre o assunto, Mingdao respondeu: 


- Quando me prenderam, fiquei arrasado. Eu desejava realizar cruzadas evangelísticas pela China; queria estudar minha Bíblia e escrever mais sermões. Mas, em vez de servir a Deus dessas formas, vi-me sentado sozinho numa cela escura. Não podia usar o tempo para escrever livros - não tinha papel e caneta. Não podia estudar a Bíblia e preparar sermões; tiraram a minha Bíblia de mim. Eu não tinha uma pessoa sequer a quem testemunhar, porque o carcereiro apenas empurrava minhas refeições pela porta da cela. Tudo o que me dava sentido como obreiro cristão fora tirado de mim. Eu não tinha nada a fazer. Nada, exceto conhecer Deus. E durante vinte anos aquele foi o melhor relacionamento que tive. 


Fui jogado numa cela, mas você terá de jogar-se numa. Você mesmo precisa construir uma cela para poder fazer por si próprio o que a perseguição fez por mim: simplificar sua vida e conhecer Deus. 





Extraído do livro A fé que persevera

SÉRIE CRISTÃOS PERSEGUIDOS: Governo chinês quer fechar todas as igrejas



Programa de erradicação do cristianismo deve durar 10 anos

O governo da China está lançando uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país. Esse foi o teor do comunicado divulgado em abril pela Associação de Ajuda à China, ONG que envia missionários para solo chinês.

A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.

De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.

Na fase dois, nos dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as "igrejas não registradas" para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.

Os funcionários do governo também devem banir as palavras "igreja nos lares" de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo "reuniões em casas", um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.

Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.

"Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição", disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa. "Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs."

A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado "Operação Repressão", emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista. Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para "levar" os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em grupos menores.

A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses. "No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora ", declara um líder da igreja

Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.

Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar "medidas humanas da lei de execução" para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares. Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.



Traduzido e adaptado de Charisma News

GIDEÕES PROIBIDOS DE DISTRIBUIR BÍBLIAS EM ESCOLAS CANADENSES


Hélio Pariz 


O Departamento de Educação do distrito de Bluewater administra 53 escolas públicas responsáveis por cerca de 18.000 estudantes no sul da província de Ontario, no Canadá, e se tornou manchete nacional recentemente ao anunciar que vai banir a já antiga tradição de distribuição gratuita de Bíblias (edição combinada de Novo Testamento, Salmos e Provérbios) pela organização conhecida como Gideões Internacionais, que tem um ministério no mundo todo, inclusive no Brasil, em que os livros são doados a escolas, hotéis e hospitais. 



É bom não confundi-los com a versão brasileira dos Gideões Missionários da Última Hora, que, apesar de utilizarem a mesma palavra – gideões – no endereço da internet, têm um .com enquanto os Gideões Internacionais têm um .org, o que já diz alguma coisa a respeito das duas instituições. 


Desde 1936, os Gideões internacionais do Canadá tinham o costume de distribuir os livros do Novo Testamento, Salmos e Provérbios grátis aos estudantes da 5ª série na região, até o momento em que a forte secularização local, combinada com a militância ateísta e a crescente presença de imigrantes de outras religiões, fez com que vários conselhos educacionais ao redor do país revissem sua política de permitir que os Gideões continuassem a exercer seu ministério. 


Depois de anunciada a decisão, o Departamento de Educação de Bluewater vem enfrentando uma reação feroz de pessoas que os acusam de extirpar as raízes cristãs do país, o que levou alguns conselheiros a se sentirem ameaçados – inclusive de morte – por algumas mensagens que receberam. 


Por seu lado, Kelvin Warkentin, porta-voz da seção canadense dos Gideões Internacionais, reconheceu que os tempos mudaram: "Ao longo do tempo, devido ao fato do tecido religioso do nosso país ter sido continuamente refeito, os departamentos de educação começaram a reavaliar as suas políticas quanto a essa tradição. […] A resposta dos Gideões a essas decisões, de descontinuar as distribuições, tem sido de completa aceitação". 


Tudo indica de que se trata de mais um passo na, digamos, "descristianização" de países que foram realmente fundados e construídos com bases cristãs, tudo em nome da "tolerância" e do "politicamente correto". Ser cristão nesses lugares se torna cada dia mais difícil, beirando a clandestinidade. 


O grande problema é saber o que virá depois... 



A PREGAÇÃO DO EVANGELHO E A PREDESTINAÇÃO


"Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; porquanto eu estou contigo e ninguém ousará te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade." (Atos 18:9-10)






Os fatos aqui relatados ocorreram em Corinto, cidade grega destacada pela sua riqueza e magnificência, e não menos pela sua luxúria e licenciosidade. Paulo parece ter sido a primeira pessoa a pregar o Evangelho naquela cidade. Sua pregação, embora tenha obtido algum sucesso imediato, encontrou violenta oposição, e ele parece ter ficado por um tempo grandemente desencorajado.


Em que sentido era verdade que Deus tinha muito povo em Corinto? Não em que eles fossem verdadeiros crentes, pois quando essa declaração foi feita muito poucos haviam abraçado a fé cristã. A massa do povo continuava idólatra e entregue aos mais grosseiros vícios. Mas havia muitas pessoas naquela cidade cujos nomes estavam no livro da vida, das quais Deus tinha proposto fazer troféus da Sua graça – pessoas que Deus havia dado a Cristo no pacto da redenção e que tinham sido predestinadas para a adoção de filhos. 


Mas, se elas tinham sido dadas a Cristo e sido predestinados para a vida eterna, que necessidade havia de que Paulo lhes pregasse o Evangelho, ou que algum meio fosse usado para efetivar sua conversão e salvação? Não serão salvos aqueles que Deus escolheu para a salvação? Sem dúvida que sim; mas eles não serão salvos sem a instrumentalidade dos meios, porque é parte do Seu divino propósito que eles sejam salvos desta forma. 


A razão pela qual Deus determinara que Paulo continuasse a pregar o Evangelho em Corinto era porque Ele tinha muitas pessoas naquela cidade. Isso foi dito para o seu encorajamento, e foi a principal fonte de encorajamento que ele teve para perseverar em seus labores.


E essa consideração susteve Paulo não só em Corinto mas em todos os lugares onde era chamado para pregar o Evangelho. "Tudo suporto", disse ele, "por causa dos eleitos, para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus com eterna glória" (2 Tm 2:10). A mesma consideração deveria nos suster e encorajar em nossos esforços para promover os interesses do reino de Cristo na terra. Eu retiro do texto, portanto, a seguinte doutrina: "O fato de Deus ter um povo escolhido na terra provê o encorajamento para a pregação do Evangelho, ou para se empregar os meios para a salvação de pecadores"


Bennet Tyler – "nasceu a 10 de julho de 1783, em Middlebury, Connecticut. Concluiu seus estudos preparatórios com o Reverendo Ira Hart, seu pastor, e ingressou na Faculdade de Yale no outono de 1800. No seu segundo ano de curso ele nasceu de novo – um ano memorável, pelo reavivamento de 1802, quando por volta de setenta alunos foram alvos da graça regeneradora." O Dr. Tyler foi especialmente agraciado como instrutor teológico, administrador e pregador. Foi o autor de "A Vida e os Labores de Asahel Nettleton".




Tradução: Ronaldo Pernambuco. 

Extraído e adaptado em partes de: Site E-Jesus